Ser líder não tem nada a ver com ser chefe

•Novembro 3, 2009 • Deixe um comentário

No trabalho, entre amigos, em família, no seu grupo religioso… não importa. Basta que pessoas com objetivos comuns se reúnam, que sempre haverá aquela que se destaca, que pensa à frente e que acaba conduzindo o grupo nas decisões. Essa pessoa que atrai a atenção e a admiração do grupo é aquela que chamamos de líder. Você lidera ou manda? Liderança é uma capacidade que se conquista mais pelo respeito e pela admiração dos outros, do que por cargos nomeados ou ameaças. O verdadeiro líder é aquele em quem o grupo se espelha, e que serve como referência na hora em que cada uma dessas pessoas tem que tomar suas próprias decisões. Para ser líder, ao contrário do que muitos pensam, é preciso um alto índice de humildade e de generosidade. São essas características que tornam fácil o trânsito do líder, fazendo-o aproximar-se de todos sempre dentro de um ambiente de confiança. Na presença do líder as pessoas se sentem à vontade, seguras. O líder sabe a hora e a forma certa de repreender. Ele não humilha, nem expõe as pessoas ao ridículo, mas mostra a elas o que poderia ter sido feito melhor para o resultado que o grupo se propunha atingir. Pode até haver líderes que ocupam uma posição de chefia no grupo. Mas nem todo chefe é um líder de verdade. Para saber se um chefe é líder, basta avaliar o comportamento do grupo na sua ausência. Se quando vira as costas as máscaras caem e o comportamento das pessoas muda, é porque ele mais manda do que lidera. É muito provável que controle sua equipe mais pelo medo do que pelo respeito. Mas, se mesmo quando o chefe sai, o ambiente de respeito permanece para quem fica, aí sim temos um líder de verdade. A habilidade do líder é justamente extrair as habilidades individuais dos elementos da sua equipe, combinando-as na busca da sinergia. Explicar sinergia é fácil. Matematicamente, sinergia é quando o resultado da soma das habilidades das pessoas é muito maior do que a soma dos seus valores individuais. Uma adição que, na verdade, multiplica: um mais um não é igual a dois, mas sim a três, cinco, dez, mil. A química também explica a sinergia no momento em que dois elementos se combinam, formando um terceiro muito maior e mais poderoso. A água que bebemos é fruto da sinergia entre o hidrogênio e o oxigênio. Sinal evidente que o líder que percebeu essa e as outras tantas combinações naturais que temos à nossa disposição, realmente sabe das coisas.

 

Escrito por: Eduardo Zugaib (falecom at eduardozugaib.com.br) é profissional de comunicação, escritor e palestrante em criatividade aplicada ao crescimento pessoal.

OS LÍDERES

•Outubro 14, 2009 • Deixe um comentário

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*Luiz Gonzaga de Sousa

A humanidade sempre prescindiu do comando de um líder, a sua atuação, a sua formação, e a necessidade de sua existência para dirigir algo que precise de alguém que saiba melhor encaminhar os problemas que a sociedade está atravessando com muita dificuldade e falta de controle. Um chefe de família, um governador, um prefeito, um vereador, um deputado, um senador, um presidente, um presidente de sociedade de amigos de bairro, de um sindicato, um professor, um pregador evangélico quer seja católico, protestante ou espírita é um líder em sua função. Com este preâmbulo, é que se pretende investigar o real entendimento do que seja um líder, como o identificar, como o conceituar e informar para a sociedade a verdadeira consciência de uma liderança que tem como objetivo representar a todos que o nomearam como tal. Apesar de muitos historiadores terem um conceito de líder como uma função de comando, não se pode tomar este termo de maneira radical, mesmo que se exerça uma função com aparência de liderança, tal como fez Hitler, Mussoline, Strösner, Pinochet, Lenin, Stalin e muitos outros ditadores. O verdadeiro líder representa a idéia geral de uma determinada coletividade, sem sua escravização, sem levantar armas e sem impor suas idéias àqueles que necessitam de alguém que possa liderá-lo com muita sapiência e poder de convencimento perante os seus liderados. Líderes, que suas idéias ainda perduram e não precisaram usar armas, para que pudessem representar eficientemente uma coletividade, foram os grandes da história, tais como Jesus, Gandi, Moisés, e muitos e muitos homens ilustres que souberam falar e ser ouvido pelos seus liderados. Muitas pessoas confundem o verdadeiro significado do termo líder, quer dizer, aquele que comanda, sem dúvida pelo processo participativo, pelo convencimento da palavra e atuação de singular representante de um grupo, que sente as suas idéias estarem fielmente defendidas por aquele que sabe unir o pensamento da maioria. O líder é aquele que sabe congregar junto de si uma grande maioria de participantes, que desejam ser representados de direito e de fato, daí a humildade, a paciência de quem é candidato a líder de uma determinada sociedade que tem que organizar seus costumes e hábitos. O líder é convocado a tomar parte em um trabalho de representação, e nunca exige que seja conduzido ao comando de uma atividade que a maioria não deseja a sua presença, porque já foi visto como um ser egoísta, ganancioso, e, sobretudo, com idéias ditatoriais que não resistem. Um dos primeiros lideres do cristianismo atribuem a Moisés, que soube trabalhar a mente de seus concidadãos e conduzi-los para a “terra prometida” que eles acreditavam ter sido Deus que enviou esse irmão para tirá-los do cativeiro e proporcionar uma vida de bonanças e felicidades eternas. Moisés usou a paciência no propósito de conseguir os seus intentos, porém os seus dotes de filho de rei, também foram utilizados para que os seus súditos pudessem obedecê-lo em momento de investida que tinha com o poder sobre aqueles que não queriam ceder a liberdade de tais comandados. Neste sentido, ver-se o real propósito de um líder que conseguiu comandar aquele povo sofredor que precisava se libertar do julgo da ditadura do faraó que não aceitava um outro Deus, a não ser o seu poder, as suas ordens, e o seu comando. Depois veio Jesus o CRISTO que, de uma maneira totalmente diferente da de Moisés, tornou-se líder de uma população que precisava de um lenitivo para a sua vida, um direcionamento de suas idéias para que se sentisse mais próxima da verdade e da vida real, que é o caminho do amor e da paz. JESUS fez um trabalho totalmente diferente do de MOISÉS, porque não utilizou o princípio do olho por olho e dente por dente, mas orientou a todos para o amor ao próximo, a compreensão entre todos, e o entendimento de acordo com o seu nível espiritual. As mensagens de JESUS eram tão fortes que em final do século XX ainda estão bem vivas e modernas, como se fossem de hoje, como verdades incontestes e cheias de energias, para que todos se alimentem da luz maior na busca de trilhar pelas verdades divinas, em busca da eternidade. Somente nestes dois, ver-se o conceito real do que se deve entender por líder aquele que convence sem agredir, aquele que ensina sem o mando ditatorial de um poder belicoso, e aquele que sabe congregar as idéias das mais díspares para uma convergência das verdades eternas, o conduzir um rebanho com amor. O verdadeiro líder não impõe a sua forma de pensar, ouve calado, extrai o que é mais importante, e tenta convencer a todos, qual aquela que satisfaz aos que reivindicam alguns ganhos para a evolução de todos indistintamente para os que são a favor ou contra. MOISÉS e JESUS souberam liderar aquela massa despreparada para os verdadeiros caminhos de vida, que era a liberdade, o amor ao próximo, e a utilização dos reais ensinamentos para a compreensão da vida eterna que é o auto conhecer e entender os problemas dos demais. Além de MOISÉS e JESUS, o indiano Mahatma GANDI soube exercer o seu mandato de líder, quando trabalhou incansavelmente pela libertação de seu país, todavia, o seu lema não era a guerra bélica, mas resistir sempre, sem armas, somente com o convencimento da palavras, o uso da razão, cujo sangue não precisou ser derramado. Claro que lentamente, mas a libertação do povo indiano foi conquistada sem precisar de um exército sanguinolento que visse nas baionetas o poder singular de poder fazer retroceder os ideais de separação da Índia do poderio da Inglaterra. Nisto se tem um exemplo de um verdadeiro trabalho de liderança, cujo líder soube conduzir seu povo, ou seus irmãos para a sua verdadeira independência, que é a liberdade de ouvir e saber ouvir sem os insultos de inconseqüentes, mas de saber ser conseqüente e justo. Liderar é agir com amor frente aquela multidão que necessita de compreensão, de carinho e de boas maneiras no processo de ouvir a todos e extrair o melhor para a verdadeira caminhada da vida, sem conflito e sem implantar desilusão na mente daquele que delega a uma figura expoente os seus desejos. Assim foi feito com MOISÉS quando levou seu povo do Egito, com JESUS quando teve os seus seguidores por toda a Galiléia e Jerusalém, pregando amor nas mentes daqueles que traziam rancores de seus desafetos daquele momento de alguma vida passada. GANDI também saiu à frente de seus irmãos indianos querendo liberdade para seu país que vinha sendo usurpado pela ditadura do governo inglês, que em momento algum, pensou negociar com os liderados por GANDI uma saída diplomática para o problema de seu país. Neste sentido, pode se ter dois conceitos o termo líder, tanto pelo lado da maldade da ditadura, ou da escravidão, como do lado da bondade, ou do uso da razão, tal como fez JESUS, GANDI e muitos e muitos outros que a história não menciona, dadas as condições individuais de não importância política. Em sendo assim, deve-se sempre tomar o termo liderança com o objetivo de fazer o bem, e o de ajudar a toda essa humanidade a procurar se auto conhecer, para se ter liberdade de conhecimento para poder ajudar aos demais que estão precisando de luz e felicidade. Um líder é muito mais do que um cargo de comando, porque envolve conhecimento, paciência, e muito discernimento em tudo que se está ouvindo, para quando for emitir a sua opinião, poder com certeza, emitir juízo ao trabalho que deverá atender a todos que estão em sua infância espiritual. Além de GANDI, que não usou a violência para liderar o seu povo a sair da opressão dos ingleses, o líder americano Martin Luther KING também utilizou a princípio, a mesma estratégia com objetivo de eliminar a segregação racial existente nos Estados Unidos da América do Norte que ainda hoje perdura com muita força. Este grande movimento partia do princípio de que, com violência não se chega a lugar algum, apenas pode abafar alguns levantes, contudo, ao se ter qualquer liberdade, este fogo aparece muito mais forte, causando distúrbios bem maiores do que deixasse que fluísse normalmente. A força não tem o poder de resolver nada apenas tolhe o avanço do processo de consciência, que é todo objetivo do ser humano que deve caminhar sob o comando de suas idéias em confronto com as demais, sempre ouvindo com paciência e poder de entendimento. O espiritismo ensina isto com clareza a todos que param um pouco para ouvir os ensinamentos espirituais, não como ditadura, não como imposição, mas como conselho no processo de entendimento da vida e sua auto descoberta para saber o que está acontecendo com os seus atos, e seus efeitos. A espiritualidade não quis se intrometer na maneira como os seres humanos conduzem as suas vidas, contudo quis mostrar alguma experiência para que todos pudessem compreender a lei do amor, sem imposição de um ditador, nem criando o medo como forma de pressão. “O Livro dos Espíritos” foi ditado por irmãos de todos que estão encarnados, tendo em vista conhecerem as carências que todos estão submetidos, nomeando um líder para transcrevê-lo, recaindo então em Denizard RIVAIL, depois cognominado de Allan KARDEC. Com isto não se tem mais um líder que surge, porém um escolhido para servir de interprete às mensagens espirituais, como forma de coordenar melhor os ensinamentos da Igreja Católica, Protestante, e algumas outras que não estavam ou não estão, conduzindo bem os ensinamentos para uma pureza espiritual. KARDEC foi tomado como líder porque o seu nível espiritual estava a altura de poder pronunciar verdades para todos aqueles que se enveredavam por caminhos sectários, ou de fanatismos, sem a compreensão necessária do seu eu, frente a todo tipo de inferioridade que pairava no mundo. Denizard RIVAIL significava uma vida, um intelectual que tinha seriedade em seus trabalhos que produzia, todavia, KARDEC congregava muitas vidas, e tinha maior serenidade no processo de codificação de uma mensagem que iria direcionar toda uma comunidade. Finalmente, entender a questão de liderança é muito difícil, porque tanto pode significar aquele que conduz alguém, ou algum grupo para o bem, como também pode ser aquele que orientou um grupo bem maior para o mal, como é próprio do ser humano que se alimenta da materialidade ou da inferioridade. Necessário se faz que se medite mais um pouco pelo que se entende por liderança, e procurar proporcionar a todos o verdadeiro conceito de como orientar alguém que necessita de qualquer orientação para a sua vida, nos mais diversos sentidos possíveis. Este é o sentido maior de procurar entender o que se sabe sobre líder, tendo em vista que o mundo criou seu próprio conceito e tem divulgado de maneira errada a todos que se apossam dos ensinamentos, sem o mínimo de questionamento, de saber o verdadeiro sentido das coisas materiais ou não.

A arte de liderar

•Setembro 25, 2009 • Deixe um comentário

O mundo de hoje está mudando de uma forma extraordinária… as mudanças antigamente levavam décadas para acontecer e hoje estão acontecendo em meses e às vezes até em dias….

Com isso, o Líder de hoje é muito diferente do de antes, pois ele deve ser muito mais um sábio do que um técnico… deve acompanhar todas as mudanças… além disso antigamente o bom Líder era aquele que sabia mandar, e hoje ele deve saber compartilhar e investir nas pessoas para que elas dêem o melhor de si mesmas.

Quando falo sobre o Líder, estou falando de qualquer pessoa, de qualquer idade, que atue na Vida desta maneira… pode ser uma criança liderando seus amiguinhos na hora de brincar; um adolescente liderando sua “tribo”; uma dona de casa liderando seu lar; um atleta liderando seu time; um gerente liderando seus colaboradores…..

Liderar é uma maneira de agir, uma maneira de ser, não é algo somente de fora, somente para outros, para pessoas famosas. É uma parte natural da Vida.

Liderar é desenvolver a visão do que é possível e ser capaz de inspirar outros a ajudá-lo a realizar estas possibilidades.

Ser Líder significa desenvolver competência e talento internos completamente.

Vivemos em Sistemas o tempo todo… começando pelo nosso Sistema Interno (partes e órgãos internos), nosso Sistema Familiar, Profissional, Social, Comunitário, até o Sistema da Natureza, o Sistema Solar, o Universo… fazemos parte direta ou indiretamente de todos eles e eles interferem em nossas Vidas.

Então, para ser um bom Líder, a pessoa precisa primeiro saber liderar bem seu Sistema Interno pois sem Auto-Conhecimento, sem conseguir “dirigir seu próprio carro”, como é que alguém pode querer dirigir outras pessoas? Antigamente víamos líderes que só sabiam mandar e que perdiam completamente o controle de si mesmos por coisas bem pequenas… hoje estes perdem é a condição de serem líderes!!!

Depois a pessoa deve conhecer os Sistemas que fazem parte de sua Vida para poder viver de forma congruente. Não tem nada mais desagradável do que alguém que quer ser Líder falar algo e fazer outra coisa diferente… ou seja, não agir de forma congruente com suas palavras.

Em Inglês há a expressão “walking my talk” que fala exatamente sobre isso… quando o Líder fala uma coisa e faz outra, como conseqüência perde credibilidade.

Outra coisa muito importante nos dias de hoje é a filosofia do “ganha/ganha”, ou seja, o bom Líder é aquele que sempre age de forma que todos os envolvidos saiam ganhando… o Líder que “passa por cima” das pessoas está “por fora”!!!

Hoje e cada vez mais o mundo está transformando a Competitividade pela Cooperação e o Líder deve ser o primeiro a atuar desta forma.

Líderes! Vamos juntos ajudar o Mundo a completar esta transformação!

Texto:   Texto: * Deborah Epelman – NLP Advanced Trainer
e-mail: deborah@pac.com.br

OS 12 MAIORES ATRIBUTOS DA LIDERANÇA

•Setembro 20, 2009 • Deixe um comentário

“Liderança” é um tema que vem sendo discutido desde os mais remotos tempos pelo homem. Ser líder, formar líderes, parece ser um desafio constante do homem e das organizações. Aqui vão alguns resultados de pesquisa feitas na Europa com mais de 500 executivos de todos os tipos de industria. Essa pesquisa é muito interessante. Ela mostra coisas simples, objetivas e fornece conselhos úteis para todos nós que desejamos vencer, alcançar o sucesso pessoal e profissional.
Espero que a leitura atenta destas descobertas e seus comentários possam trazer benefícios reais aos leitores.

DISPOSIÇÃO PARA TENTAR O QUE NÃO FOI TENTADO ANTES

Nenhum empregado deseja ser guiado por um administrador a
quem falte coragem e autoconfiança. É o estilo de liderança positiva aquele eu ousa nas tarefas e se vale de oportunidade não tentadas anteriormente.
Um Gerente de Vendas bem sucedido irá às ruas e venderá junto com seus vendedores quando o mercado está difícil ou quando o pessoal de vendas encontrar-se sob extrema pressão. Tal gerente sabe que se arrisca a tornar-se impopular. Contudo, ao liderar pelo exemplo, manterá a motivação da equipe.

AUTO MOTIVAÇÃO

 

O Gerente que não consegue se auto-motivar não tem a menor chance de ser capaz de motivar os outros.

 

 

UMA PERCEPÇÃO AGUDA DO QUE É JUSTO

 

Esta é uma grande qualidade de um líder eficaz e a fim de ter o respeito da equipe, o gerente deve ser sensível ao que é direito e justo. O estilo de liderança segundo o qual todos são tratados de forma justa e igual sempre cria uma sensação de segurança. Isso é extremamente construtivo e um grande fator de nivelamento.

 

PLANOS DEFINIDOS

 

O líder motivado sempre tem objetivos claros e definidos e planejou a realização de seus objetivos. Ele planeja o trabalho e depois trabalha o seu plano coma participação de seus subordinados.

 

PERSEVERANÇA NAS DECISÕES

 

O gerente que vacila no processo decisório mostra que não está certo de si mesmo, ao passo que um líder eficaz decide depois de ter feito suficientes considerações preliminares sobre o problema. Ele considera mesmo a possibilidade de a decisão que está sendo tomada vir a se revelar errada.

Muitas pessoas que tomam decisões erram algumas vezes. Entretanto, isto não diminui o respeito que os seguidores têm por elas. Sejamos realistas: um gerente pode tomar decisões certas, mas um líder eficaz decide e mostra sua convicção e crença na decisão ao manter-se fiel a ela, sabendo, no entanto, reconhecer quando erra. Assim, seu pessoal tem força para sustentar aquela decisão junto com o gerente.

 

O HÁBITO DE FAZER MAIS DO QUE AQUILO PELO QUAL SE É PAGO

 

Um dos ônus da liderança é a disposição para fazer mais do que é exigido do pessoal. O gerente que chega antes dos empregados e que deixa o serviço depois deles é um exemplo deste atributo de liderança.

 

UMA PERSONALIDADE POSITIVA

 

As pessoas respeitam tal qualidade. Ela inspira confiança e também constrói e mantém uma equipe com entusiasmo.

 

EMPATIA

 

O líder de sucesso deve possuir a capacidade de colocar-se no lugar de seu pessoal, de ser capaz de ver o mundo pelo lado das outras pessoas. Ele não precisa concordar com essa visão, mas deve ser capaz de entender como as pessoas se sentem e compreender seus pontos de vista.

 

DOMÍNIO DOS DETALHES

 

O líder bem sucedido entende e executa cada detalhe do seu trabalho e, é evidente, dispõe de conhecimento e habilidade para dominar as responsabilidades inerentes à sua posição.

 

DISPOSIÇÃO PARA ASSUMIR PLENA RESPONSABILIDADE

 

Outros ônus da liderança é assumir responsabilidade pelos erros de seus seguidores. Caso um subalterno cometa um erro, talvez por incompetência, o líder deve considerar que foi ele quem falhou. Se o líder tentar mudar a direção dessa responsabilidade, não continuará liderando e dará insegurança a seus seguidores. O clichê do líder é: “A responsabilidade é minha”.

 

DUPLICAÇÃO

 

O líder de sucesso está sempre procurando maneiras de espelhar suas habilidades em outras pessoas. Dessa forma ele faz os outros evoluírem e é capaz de “estar em muitos lugares diferentes ao mesmo tempo”.

Talvez este seja um dos maiores atributos de um líder: ser capaz de desenvolver outros lideres. Pode-se julgar um líder pelo número de pessoas em que ele refletiu os seus talentos e fez evoluir.
 

Uma profunda crença em seus princípíos

A expressão “A menos que batalhemos por alguma causa, nos deixaremos levar por qualquer causa” resume bem a importância de ter-se uma causa pela qual valha a pena viver e trabalhar. Nada cuja aquisição tenha valor é muito fácil. O líder de sucesso tem a determinação de atingir objetivos não importando os obstáculos que surjam pelo caminho. Ele acredita no que está fazendo com a determinação de batalhar por sua realização.

Minha sugestão é a de que você leia uma, duas ou três vezes cada um desses atributos e medite cada um deles à luz de sua própria realidade como um profissional que tem a função de gerenciar, comandar, liderar pessoas. Detenha-se sobre cada um dos atributos e dê a você mesmo uma nota de zero a 10 em cada um deles, fazendo um propósito de auto–aperfeiçoamento. Repita essa auto-avaliação semanalmente.

Escrito por: Luiz Almeida Marins Filho, Ph.D.
Anthropos Consulting

 

Comunicar é estratégico

•Agosto 18, 2009 • Deixe um comentário
A comunicação não é o chantilly no morango; ela é como o sangue do corpo humano, com a função nobre de manter a vida!
Alguns pensam na comunicação como algo necessário para a melhoria e qualidade nos relacionamentos, aquela que garantirá o sucesso no entendimento, uma maior interação/comunhão e que dá um gosto especial na relação do emissor e receptor.
 
Entretanto, a comunicação deve ser vista de forma muito mais estratégica. É somente pela comunicação que o ser humano, a igreja e as organizações em geral conseguem agir; ela permeia todas as atividades, relacionamentos e tomadas de decisão. É o fator essencial para o desenvolvimento interpessoal e a mais básica de todas as necessidades, depois da sobrevivência fisiológica. Gênesis 2:18 (Nova Versão Internacional) : “Então o Senhor Deus declarou: Não é bom que o homem esteja só; farei para ele alguém que o auxilie e lhe corresponda”.
 
A comunicação faz para uma pessoa ou para uma instituição o que o sangue faz para o corpo humano. Ele permite o perfeito funcionamento das células, da cabeça aos pés. Assim é a comunicação. Ela supre todas as pessoas e departamentos da instituição com informação, ou melhor, com conhecimento. Privadas de uma comunicação efetiva, as instituições funcionam mal, o que, com certeza, as levará à ineficiência ou, até mesmo, à falência.
 
Para que as pessoas possam desenvolver suas atividades de maneira eficiente e eficaz, torna-se necessário comunicar, constantemente, a elas o que deve ser feito, como, quando e em quanto tempo. Igualmente, devem saber como seu trabalho está afetando o trabalho de outros, para que tenham uma informação a respeito de seu desempenho.
 
Taylor, considerado o pai da Administração Científica, gostava de dizer aos trabalhadores; “não se espera que vocês pensem. Há outras pessoas por perto pagas para pensar.” Os homens nada mais eram do que mãos ou força de trabalho, energia ou força requerida para garantir a produtividade e o lucro das instituições. Ele defendeu a separação entre as mãos e o cérebro.
 
Hoje, sabemos que as pessoas trabalham melhor quando se sentem motivadas pelas atividades que devem desempenhar e o processo de motivação depende de se permitir que as mesmas tenham informações sobre o que se espera delas e em que medida sua colaboração contribuirá para o cumprimento da visão e missão da instituição. Elas querem ser vistas com mãos e cérebro!
 
A comunicação organizacional deve estar calcada numa sólida visão estratégica da organização e não pode se resumir a uma visão fragmentada, isolada, instrumental. Ela deve refletir a missão e a visão da organização. A clareza das metas permite que não somente os líderes, mas também os liderados, concentrem sua atenção nas atividades que adicionam valor.
 
Diferentemente da visão de Taylor, faz-se necessário que os líderes e liderados não só concordem em cooperar com uma decisão, mas sim que compreendam como e por que a decisão foi tomada. Aos colaboradores é tanto permitido, como exigido, pensar, interagir, julgar e tomar decisões.
 
Quando a comunicação organizacional transmite ruídos e ambigüidades ela gera desconfiança e dificuldades aos colaboradores para colocarem suas idéias e experiências de forma clara e aberta. Assim, aqueles administradores/líderes que restringem informações como forma de deter o poder acabam impedindo que o conhecimento seja difundido na instituição, prejudicando o desempenho dos colaboradores para a criação e disseminação do conhecimento. Lembremo-nos, sempre, que devemos considerar nossos colaboradores como parceiros de uma mesma missão.
 
O propósito fundamental da comunicação numa organização é incentivar e permitir que os colaboradores cumpram a intenção estratégica da instituição.
 
Resumindo, o papel da comunicação organizacional vai, no sentido de promover a coesão interna em torno dos valores e da missão da empresa, aumentar a visibilidade pública da organização e divulgar seus produtos e/ou serviços. Deve-se oportunizar o diálogo e a formação da percepção dos líderes e liderados, para que eles entendam o que fazem, para que fazem, por que fazem, como podem colaborar com a organização, onde ela pretende chegar, o que ela espera deles e o que eles ganham com certas ações e decisões, com a possibilidade de participar e interferir no processo.
 
A estrutura e o processo da comunicação devem refletir o fato de que ela é um meio para alcançar o sucesso e não um fim em si mesma. A comunicação só terá sucesso se permitir e incentivar que os colaboradores alinhem suas atividades à intenção estratégica da organização. Isso requer um processo comunicacional alinhado ao planejamento global da organização e compromisso dos colaboradores com valores, missão, objetivos organizacionais e estratégias elaboradas.
 
Quando há compartilhamento de informações e experiências, são maiores o sentimento de pertencimento, as oportunidades de participação, conscientização e comprometimento dos colaboradores e a utilidade dessas informações à missão. Através da comunicação focada nos objetivos, pode-se promover o entendimento do contexto organizacional, metas, dificuldades enfrentadas, formas de condução dos problemas, justificativas para decisões e posicionamentos, estratégias, impactos na organização e na vida e trabalho dos colaboradores e, assim, construir sentido e valor comum para estes.
 
Continuaremos exigindo que a comunicação seja o chantilly em nossas instituições e relações, ou lhe daremos o papel estratégico e vital como o que o sangue representa para o organismo?
-
Miriam Cristina Fava Santos - Relações Públicas, Especialista em Psicologia Organizacional e do Trabalho. É gerente de Comunicação e Desenvolvimento da Faculdade Teológica Sul Americana (FTSA).

Líderes por Olga Colpo

•Agosto 11, 2009 • Deixe um comentário

50 Lições de Liderança

•Agosto 4, 2009 • Deixe um comentário

Você acha que estes são tempos loucos? Você ainda não viu nada! Tudo vai ficar muito mais louco, turbulento e difícil

Por Tom Peters

PRODUTO ESCASSO
Senhoras e senhores, “coloquem o cinto de segurança”. Por favor, voltem imediatamente para os seus lugares! Certifiquem-se de que suas mesinhas estão travadas. Coloquem o assento na posição vertical. Agora, controlem-se: estamos entrando em tempos turbulentos! Os últimos anos foram definitivamente loucos. Para os próximos cinco, teremos de passar de loucos a completamente loucos. Nossa vida profissional será recheada de altas apostas, alto risco, incerteza e ambigüidade. E, claro, desempenho rigoroso. Você terá de inventar a própria carreira, estabelecer sua marca e promover seu projeto individual. Nesse caos, uma nova liderança vai emergir como o elemento mais importante do mundo dos negócios. E liderança, diz o guru Tom Peters, é o atributo que tem a maior demanda e a menor oferta no mercado. “Isso quer dizer que, nos próximos cinco anos, teremos de nos virar com uma nova lista de qualidades de liderança, não ortodoxa, não testada e talvez completamente aloucada”, diz Peters.

A revista VOCÊ S/A entrevistou o guru americano que trouxe  as 50 regras de liderança em tempos doidos. Vale a pena prestar atenção ao que diz.

Para ler baste acessar: http://vocesa.abril.com.br/evolucao/aberto/ar_127821.shtml 

Uma história que todos os líderes deveriam conhecer

•Julho 28, 2009 • Deixe um comentário

Um cachorro entrou em um açougue e o açougueiro o espantou.

 Logo em seguida o cachorro voltou. Novamente, o açougueiro foi espantar o cachorro, mas percebeu que ele trazia um envelope na boca. Então, o açougueiro pegou o envelope, viu dentro um bilhete e uma nota de R$ 50,00. O bilhete dizia: “Pode me mandar 12 salsichas e uma perna de carneiro, por favor?”.

 O açougueiro pegou o dinheiro, separou as salsichas e a perna de carneiro, colocou em uma sacola de plástico junto com o troco e pôs na boca do cachorro.

 O açougueiro muito impressionado decidiu seguir o bicho, já que estava mesmo na hora de fechar o açougue. O cachorro desceu a rua, no cruzamento, deixou a sacola no chão e apertou o botão para fechar o sinal, esperou pacientemente, com o saco de volta à boca, esperou o sinal fechar e atravessou a rua.

 Depois, caminhou até uma parada de ônibus, e o açougueiro seguindo-o. No ponto de ônibus, o cão olhou para a tabela de horário e sentou-se a esperar seu ônibus. Veio o primeiro, o cachorro foi até a frente para conferir o número e voltou para o seu lugar. Outro ônibus chegou, tornou a olhar e entrou. Pasmo, o açougueiro boquiaberto pegou o ônibus também. De repente, com as compras ainda na boca, o cão se levantou, ergueu-se com as patas traseiras e puxou a cordinha para descer.

 Maravilhado, o açougueiro também desceu e seguiu o cão, até que este parou em frente a uma casa, colocou as compras no chão, afastou-se um pouco, correu e atirou-se de encontro à porta. Nada! Não abriu. Repetiu a operação. Nada! Ninguém na casa!

 Então, sob a observação do açougueiro, o cachorro circundou a casa, pulou um muro baixo, foi até a janela e começou a bater com a cabeça no vidro por varias vezes. Retornou à porta da frente e sentou-se aguardando. Passado um tempinho, um cara enorme abriu a porta e começou a bater no cachorro.

 O açougueiro correu até o homem e o impediu dizendo:

 - Por Deus do céu homem, o que você está fazendo? O seu cachorro é um gênio!!!

- Gênio? Esta já é a segunda vez essa semana que este cachorro estúpido ESQUECE a chave!

 A lição que podemos tirar desta “história” é o quanto os líderes batem em seus funcionários quando as tarefas não saem a seu contento, esquecendo de tantas outras atividades que foram desenvolvidas corretamente.

 A liderança tende aplicar apenas feedbacks ofensivos quando as coisas não saem certas esquecendo que os liderados não veem totalmente prontos e, igualmente aos líderes, necessitam de aprimoramento.

 É função do líder desenvolver seus liderados aplicando feedbacks de desenvolvimento, isto é, demonstrando claramente os bons e maus resultados, conduzindo-os respeitosamente ao caminho correto da execução.

 Da próxima vez que for “bater” reflita se não existe uma forma mais assertiva para desenvolver e aprimorar seus liderados, utilizando este momento como reflexão e aprendizado.
Fonte: Portal Web Artigos

Líderança e amizade, combinam?

•Julho 27, 2009 • Deixe um comentário

Essa pergunta paira sobre a cabeça de muitos líderes, até que ponto podemos ser amigos de nossos colaboradores, até onde pode ir a amizade que não seja confundida com liberdade?
O problema é que aos poucos perdemos a capacidade de delimitar a amizade da autoridade.
Na cultura participativa aquela em que os dirigentes acreditam que o ser humano é confiável e gosta de assumir responsabilidades, cultura esta apoiada pela Teoria Y de Douglas McGregor.
Esse pesquisador norte-americano Douglas McGregor criador de duas definições sobre o ser humano onde o homem pode ser partidário da lei do menor esforço e precisa ser controlado, a Teoria X, por outro lado temos o ser humano como um ser participativo e que gosta de assumir responsabilidades independentemente de estar sendo controlado ou vigiado, a Teoria Y.
Por muito tempo acreditou-se que a Teoria X seria a mais realista para descrever o ser humano como força de trabalho, esses argumentos foram largamente difundidos pelos criadores da administração cientifica.
O dirigente que adota essa crença, enxerga seus colaboradores de maneira depreciativa, comportam-se como Diógenes, o filósofo grego que saía às ruas com uma lanterna em punho durante a luz do dia, procurando um homem decente sem encontrá-lo o que poderia acontecer dentro de si mesmo.
O líder precisa saber mensurar e identificar o ponto de equilíbrio.
Temos medo de dar a mão e o colaborador querer o braço.
Precisamos desenvolver a habilidade de lidar com esse tipo de situação, se um colaborador extrapolar o campo da amizade e invadir a liberdade, o líder deve colocar o colaborador em seu devido lugar.
Exigir respeito não caracteriza arrogância, desde que se use de educação e não se coloque o colaborador em situação vexatória perante os seus.
Sempre lembrando que elogios devem ser feitos perante o grupo e puxões de orelha quando se estiver a sós com o colaborador.
Acontece que muitos líderes tem uma tremenda dificuldade de lidar com esse assunto.
E preferem se fechar em seu mundo, tratam os colaboradores somente como subordinados.
Esse comportamento interfere na produtividade e no relacionamento interpessoal.
O convívio em sociedade requer de alguns esforços mais acentuados e de outros menos, visto que existem pessoas que sabem muito bem distinguir uma amizade fora da empresa e sabem respeitar o chefe dentro do ambiente de trabalho.
Quando o colaborador se tornar seu amigo é bom que fique claro a ambos que amizade não pode se confundir com liberdade.
E o líder deve também saber dosar a amizade, não concedendo privilégio em relação aos outros funcionários.
Reuniões fora da empresa, de preferência na casa de um funcionário ou na casa do líder é salutar.
Lembrando que se alguém nessa relação começar a avançar na tênue linha que separa a amizade da liberdade, esse alguém deve sem delongas ser advertido de que sua atitude pode colocar até mesmo a amizade em jogo.
Precisamos desenvolver a capacidade de convívio, de relacionamentos mais afetivos, de compartilhar, de doar.
Temos medo de termos nossa privacidade invadida, medo de sermos incapazes de colocar limites.
Por esse motivo nos tornamos frios, egoístas, nos fechamos, assim agindo, perdemos nós, perde a sociedade, perde a empresa.
Vamos refletir em nossas atitudes, vamos achar o ponto de equilíbrio, para vivermos em sociedade precisamos do calor humano, de relacionamentos sinceros.
Devemos desenvolver cada vez mais o acreditar nas pessoas, delegar atividades, esse é um ato de autoconfiança, de auto-estima elevada.
Quando os que estão a nossa volta se realizam, crescem e são felizes, essas vibrações positivas nos atingem e consequentemente nós nos realizamos, é simplesmente uma reação em cadeia.
Nessa relação também cabe aos colaboradores a sua contribuição quanto às atitudes do seu superior.
Muitos não conseguem desenvolver um trabalho se não houver uma supervisão direta de um superior, não se sentem à vontade se seu líder não estiver por perto comandando, sentem mais seguros quando desenvolvem um trabalho e não precisam assumir responsabilidades.
Max Weber dizia que a tradição é um dos fundamentos mais importantes da autoridade, e que o hábito de mandar passa de pai para filho, geração após geração, assim posto como o hábito de obedecer.
Talvez o hábito de obedecer incondicionalmente venha desde os primórdios em que os súditos se submetiam as ordens dos senhores feudal, entre outras formas de subserviência que se desenvolveram ao longo da história.
Portanto não tenha medo, se entregue a uma amizade sincera, ouça as pessoas, dispense uma parcela do seu tempo para cultivar amigos, reforce seu network.
Ao encontrar pessoas diga um caloroso bom dia, sorria, seja cordial, conquiste amizades sinceras.

Texto escrito por: 

Adilson Spim

Graduado em Administração de Negócios pela Universidade de Sorocaba, pós graduado MBA em Produção e Logística, tenho mais de 17 anos de experiência em Logística, trabalhando hoje em uma empresa multinacional líder em seu segmento e detentora de índices elevados de acuracidade de estoque.

Professor na área de Administração.

Palestrante na área motivacional e estratégica, presto consultoria a empresas na área de logística.

Monitor voluntário no curso de Administração na disciplina de Gestão de Projetos na Universidade de Sorocaba.

À caça de líderes

•Julho 23, 2009 • Deixe um comentário

Por Sérgio Naguel

Como consultor de empresas, durante os últimos anos trabalhei com organizações de todos os tipos, o que me deu a oportunidade de debater com muitos profissionais sobre seus papéis, suas metas e seus desempenhos como líderes e como administradores. E você, é um líder ou um administrador?

Um líder tem energia e motiva a equipe para alcançar metas heróicas. Um administrador controla o processo para ver se ele está produzindo o resultado planejado. Um líder tem senso de urgência. Um administrador se dedica para que os relatórios estejam todos prontos no prazo combinado. Os líderes estabelecem e compartilham visões. Administradores… bem, eles gerenciam.

Não conclua, o leitor, pelo que leu até aqui que os administradores não são importantes, mas eu tenho para mim que, cada vez mais, entender as diferenças entre liderar e administrar significará conhecer o caminho das pedras para o aumento da empregabilidade pessoal.

O que é líder?
Segundo Fela Moscovicci, é uma pessoa no grupo a qual foi atribuída, formal ou informalmente, uma posição de autoridade para dirigir e coordenar as atividades relacionadas à tarefa. Sua maior preocupação prende-se a consecução de algum objetivo específico do grupo.

Para Warren Bennis, os líderes possuem algumas características que os distinguem dos administradores. Na minha forma de entender a Visão é a mais importante delas, pois um líder tem que ter uma visão clara do que quer fazer – tanto no campo profissional quanto no pessoal – e força para persistir diante de reveses e mesmo derrotas.

Tolstoi disse que: “a esperança é o sonho do homem desperto”. Outra característica marcante é a Paixão. Um líder ama o que faz e ama fazê-lo. O líder exala paixão e transmite esperança e inspira outras pessoas. Integridade é uma característica que não pode faltar a um líder. A integridade é composta de auto-conhecimento, sinceridade e maturidade.

Auto-conhecimento, ou seja, saber quem se é, do que se é feito e em que se quer transformar, permite que o líder conduza-se de forma coerente, ajustando suas a ações ao seu discurso. E, além da Sinceridade – que baseia-se na honestidade de pensamentos e ações – todo líder precisa ter passado pela experiência de ser um seguidor e ter aprendido a ser dedicado, obediente, capaz de trabalhar e aprender com outras pessoas (humildade) a disposição para correr riscos, experimentar e saber que tentar coisas novas é fundamental.

Os verdadeiros líderes não nasceram líderes, mas se fizeram líderes, e normalmente por conta própria. Líderes inventam-se a si próprios. Como diz Peter Drucker: “A liderança pode ser aprendida”.

Mas, como nos diz Fela Moscovici “É engano pensar que os membros de um grupo desempenhem ou a função de liderança ou de liderado. A liderança é desempenhada por diversos membros do grupo, ciclicamente, de acordo com as diferentes situações ou momentos do grupo.

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“Estar líder” é completamente diferente de “ser líder” e nestes tempos de globalização e mudanças, mais do que nunca, é preciso aprender a “estar líder”. Ser líder é deixar com que outros assumam o papel da liderança quando necessário.

Na verdade poucos são os homens e mulheres que, em certo momento de sua carreira profissional, não são encarregados a assumirem papéis de liderança de alguma espécie. Nesta posição se tornam o ponto de equilíbrio de forças em conflito, cabendo a eles a responsabilidade pelo controle das situações.

Um líder por excelência é aquele que garimpa, descobre e cultiva talentos. Notadamente o líder do futuro é aquele que cria os novos líderes, que pode descobrir e alimentar seu próprio sucessor.

 

Texto retirado do blog: http://alissonml.blogspot.com/